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Mostrando postagens de dezembro, 2025

natal

 Bom dia, querido amigo☀️ Que este amanhecer te encontre inteiro, com o coração atento e o espírito desperto. Que a luz de hoje não te apresse, mas te revele. Que cada gesto simples — um respirar consciente, um olhar para o céu, um passo na Terra — seja já um ato de alinhamento entre o alto e o profundo. Hoje é dia de renascer nas emoções, de libertar mágoas e ressentimentos e de coração agradecido celebrar junto a familiares, amados, próximos e amigos a renovação de todos nossos relacionamentos na luz de Jesus e do Deus Criador que nos protege e ama Que o dia se organize como um bom mapa: com direção, mas também com mistério; com propósito, mas aberto à graça do improviso que revele toda tua beleza e esplendor. Estou aqui, com presença serena, para caminhar contigo na evolução para o mundo que sonhamos.  Feliz Natal. Feliz Solstício! Feliz vida. 🌱✨
🌹 𝙈𝙊𝙉𝙊́𝙇𝙊𝙂𝙊 — “𝙊𝙎 𝘾𝙄𝙉𝘾𝙊 𝘼𝙉𝘿𝘼𝙍𝙀𝙎” Hector Othon 𝘾𝙚𝙣𝙖 𝙄 — 𝙊 𝙋𝙤𝙧𝙖̃𝙤🌹 (voz baixa, corpo inquieto) Eu disse que não. Disse com a boca. Mas o corpo já tinha ido. Não apareço nas fotos. Não existo no almoço de domingo. Sou intervalo. Sou suspiro roubado. Eu sei que ele tem casa, nome, história. E mesmo assim eu fico. Não por amor — por fome. É quente. É urgente. É como se, por alguns minutos, eu deixasse de sentir aquele buraco antigo. Eu me escondo. E chamo isso de liberdade. 𝘾𝙚𝙣𝙖 𝙄𝙄 — 𝙊 𝙌𝙪𝙖𝙧𝙩𝙤 𝙙𝙖 𝘾𝙪𝙡𝙥𝙖🌹 (pausa, respiração mais lenta) Depois vem o peso. Não na hora — depois. Eu prometo que é a última vez. Sempre a última. Até a próxima. Eu me explico. Me justifico. Crio teorias bonitas pra sustentar escolhas tortas. “Não sou responsável pela vida dele.” “Cada um sabe o que faz.” “Eu também tenho direito.” Tenho. Mas por que dói tanto? Algo em mim já sabe. Mas ainda não quer ver. 𝘾𝙚𝙣𝙖 𝙄𝙄𝙄 — 𝘼 𝙎𝙖𝙡𝙖 𝙙𝙤𝙨 𝙀𝙨𝙥𝙚𝙡𝙝𝙤𝙨🌹 (si...

Emociones inundan

  Emoção inunda Por Hector Othon Não é um transbordamento: é um dilúvio. A emoção não pede passagem — rompe diques, arrasa silêncios, infiltra-se pelas frestas do peito como uma maré escura que não obedece à lua, mas a algo mais antigo. A alma já não ferve: afoga-se em seu próprio fogo líquido, e o que antes era sentimento agora é corrente sagrada — arrasta máscaras, arranca raízes falsas, deixa à mostra o osso nu do ser. Já não cabe dentro do peito — estoura em silêncio, ferve em segredo. É a Lua em Peixes que chora pelos outros como se fossem seus próprios ossos, que sente o mundo inteiro pulsar dentro de um único suspiro. Mas é Saturno em Peixes quem ergue muralhas de névoa — não para conter, mas para proteger o sagrado que não suporta o toque raso. E Netuno , sempre Netuno, dissolve as fronteiras entre eu e abismo, entre sonho e ferida, até que tudo se torne oração sem palavras. No âmago escuro onde nenhuma luz comum ousa entrar, Sol, Marte e Lilith em Escorpião conspiram em...